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	<title>Monitoramento florestal &#8211; Quiron</title>
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	<description>Monitoramento remoto e inteligente de florestas</description>
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	<title>Monitoramento florestal &#8211; Quiron</title>
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		<title>Antevendo riscos, monitoramento de vegetação viabiliza operação inteligente de redes de transmissão de energia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Afonso Gobbi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2025 19:05:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Incêndios Florestais]]></category>
		<category><![CDATA[Monitoramento florestal]]></category>
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		<category><![CDATA[limpeza de linhas]]></category>
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					<description><![CDATA[Há quase sete anos inovando no uso de dados de sensoriamento remoto para o setor florestal, a Quiron Digital está revolucionando a forma como gerenciamos riscos de incêndios e monitoramos a vegetação de grandes extensões de área. A combinação de inteligência artificial e dados de satélite na plataforma Flareless® proporciona aos clientes, além de soluções [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Há quase sete anos inovando no uso de dados de sensoriamento remoto para o setor florestal, a </span><a href="https://quiron.digital/"><span style="font-weight: 400;">Quiron Digital</span></a><span style="font-weight: 400;"> está revolucionando a forma como gerenciamos riscos de incêndios e monitoramos a vegetação de grandes extensões de área. A combinação de inteligência artificial e dados de satélite na plataforma Flareless® proporciona aos clientes, além de soluções de alta precisão para prever incêndios florestais, a otimização e manutenção de áreas críticas.</span></p>
<h2><b>Case na região norte: impacto direto no setor energético</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Além das empresas florestais, a tecnologia da Quiron também pode ser inserida em outras áreas. A técnica inovadora de monitoramento já está em uso por uma das maiores distribuidoras de energia do país, num estado da região norte do Brasil. A análise cobre cerca de 700 km de extensão de linhas de transmissão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante o mês de junho de 2024, a plataforma identificou regiões críticas nestas áreas, otimizando as operações de poda e limpeza de vegetação ao longo das linhas de transmissão de energia. Os resultados incluíram não apenas a redução de riscos de incêndios, mas também uma grande eficiência na execução de ordens de serviço para limpeza, comprovando o valor da tecnologia também para o setor elétrico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Através da plataforma, foi utilizada a ferramenta de monitoramento de vegetação para localizar mudanças na vegetação para visualizar alterações ao longo do trecho trabalhado. Ao se comparar duas imagens com períodos de tempo diferentes, foi identificada a necessidade de limpeza.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-4358 size-full" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2025/01/imagem-1-e1736967819369.jpg" alt="" width="704" height="229" srcset="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2025/01/imagem-1-e1736967819369.jpg 704w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2025/01/imagem-1-e1736967819369-300x98.jpg 300w" sizes="(max-width: 704px) 100vw, 704px" /></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-4366 size-medium" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2025/01/imagem-2-b-300x144.jpg" alt="" width="300" height="144" srcset="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2025/01/imagem-2-b-300x144.jpg 300w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2025/01/imagem-2-b.jpg 345w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com essa localização, é possível observar a região com alto risco vegetativo antes e o resultado após manutenção na linha. Ao avaliar a previsão de perigo de incêndios, é possível verificar áreas de risco extremo nas regiões de maior acúmulo vegetativo e pontos críticos próximos às linhas, que também são identificadas graças às imagens de satélite.</span></p>
<h2><b>Inovação com impacto ambiental</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o professor </span><a href="https://www.linkedin.com/in/marcos-benedito-schimalski-68876134/"><span style="font-weight: 400;">Marcos Schimalski</span></a><span style="font-weight: 400;">, doutor em Ciências Geodésicas e líder de pesquisa da Quiron Digital, o Flareless simboliza o futuro quando pensamos em monitoramento de risco vegetativo nas redes de transmissão. Ele destaca que o uso de dados de sensoriamento remoto, aliados à Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina, permite uma análise sofisticada de variáveis ambientais e climáticas, resultando em modelos preditivos robustos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Acompanhando, semanalmente, a vegetação em toda extensão monitorada, com indicação georreferenciada dos pontos críticos para intervenção, além da localização das áreas a executar manutenção, com o chamado </span><b>índice vegetativo, </b><span style="font-weight: 400;">identificamos o índice de detecção de área. Além disso, podemos apresentar um mapa das ações executadas a campo. Essa integração de tecnologias, </span><b>além de prevenir o dano econômico às linhas de transmissão nas empresas de energia, fortalece a resiliência do setor elétrico e protege o meio ambiente</b><span style="font-weight: 400;">, não apenas prevenindo incêndios e minimizando impactos ecológicos&#8221;, afirma Schimalski. </span></p>
<h2><b>Prevenção Inteligente: O Poder do Flareless</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O refinamento do Flareless reside na fusão de dados espaciais, álgebra de mapas e técnicas avançadas de aprendizado de máquina, gerando mapas preditivos de monitoramento de vegetação ou material combustível, com o índice vegetativo, apresentando, ainda, o perigo de incêndios com até 10 dias de antecedência a uma resolução de 10 metros. Esta abordagem inovadora permite:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Monitoramento Contínuo</b><span style="font-weight: 400;">: Acompanhamento semanal da vegetação, detectando mudanças sutis e indicando pontos críticos para intervenções necessárias ou diferenças na vegetação, para localizar alterações ao longo do trecho trabalhado. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Previsão de Alto Risco para incêndios</b><span style="font-weight: 400;">: Identificação das áreas mais suscetíveis a incêndios, levando em consideração variáveis como densidade vegetativa, histórico de ocorrências e influência humana.</span></li>
<li aria-level="1"><b>Alertas Precisos</b>: Fornecimento de alertas georreferenciados, destacando as regiões prioritárias para manutenção preventiva e garantindo uma resposta rápida e eficiente.</li>
</ul>
<h2><b>Um futuro mais sustentável</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma gestão de riscos eficiente, evitando danos nas redes e cortes de luz, contribui diretamente para uma gestão mais decisiva pelas empresas de transmissão e distribuição de energia, além de um ganho direto para os consumidores finais, evitando prejuízos para ambas as partes.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a frequência crescente de incêndios devido, entre outros fatores, às mudanças climáticas, tecnologias como o Flareless não são apenas inovadoras, mas essenciais. A </span><b>Quiron Digital busca estar sempre</b><span style="font-weight: 400;"> conectada às transformações e inovações que surgem, contribuindo para a sustentabilidade e segurança de setores críticos, enquanto reforça o compromisso com a preservação ambiental.</span></p>
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		<title>Indústria Espacial em Foco: com presença da Quiron, Industry Space Days 2024 reúne líderes e inovações no setor Espacial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Afonso Gobbi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Oct 2024 19:36:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado Florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Monitoramento florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria Espacial]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre os dias 18 e 19 de setembro de 2024, a Agência Espacial Europeia (ESA) realizou mais uma edição do Industry Space Days (ISD), no centro técnico da ESA, ESTEC, em Leiden, Países Baixos. O evento reuniu empresas e especialistas da indústria espacial de todo o mundo para discutir inovações, parcerias comerciais e novas aplicações [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-4329 " src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/10/1727356772543-1024x683.jpeg" alt="" width="487" height="325" srcset="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/10/1727356772543-1024x683.jpeg 1024w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/10/1727356772543-300x200.jpeg 300w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/10/1727356772543-768x512.jpeg 768w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/10/1727356772543-1536x1024.jpeg 1536w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/10/1727356772543.jpeg 2048w" sizes="(max-width: 487px) 100vw, 487px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os dias 18 e 19 de setembro de 2024, a Agência Espacial Europeia (ESA) realizou mais uma edição do </span><a href="https://www.esa.int/About_Us/Business_with_ESA/Highlights_of_ESA_s_Industry_Space_Days_2024"><span style="font-weight: 400;">Industry Space Days (ISD)</span></a><span style="font-weight: 400;">, no centro técnico da ESA, ESTEC, em Leiden, Países Baixos. O evento reuniu empresas e especialistas da indústria espacial de todo o mundo para discutir inovações, parcerias comerciais e novas aplicações do setor espacial. Um dos destaques do ISD é a troca de ideias e oportunidades de negócios entre empresas europeias e de outras regiões, com foco especial na América Latina e Caribe.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-4328 " src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/10/1727356766450-768x1024.jpeg" alt="" width="360" height="480" srcset="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/10/1727356766450-768x1024.jpeg 768w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/10/1727356766450-225x300.jpeg 225w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/10/1727356766450-1152x1536.jpeg 1152w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/10/1727356766450.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 360px) 100vw, 360px" /></p>
<p><a href="https://www.linkedin.com/in/leonardo-hampel-923726197/"><span style="font-weight: 400;">Leonardo Hampel</span></a><span style="font-weight: 400;">,</span><i><span style="font-weight: 400;"> Chief Technology Officer</span></i><span style="font-weight: 400;"> (CTO) da </span><a href="https://quiron.digital/"><span style="font-weight: 400;">Quiron Digital</span></a><span style="font-weight: 400;"> do Brasil, marcou presença no evento, participando através do escritório CopernicusLAC, no Panamá. Em um relato empolgado, nosso representante da Quiron, destacou a importância do Industry Space Days para conectar empresas latino-americanas e caribenhas com grandes players da indústria espacial europeia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Tive a oportunidade de conversar com pessoas de todo o mundo e apresentar nossas soluções, além de conhecer de perto os próximos passos da ESA. É fantástico quando o evento é organizado em rodadas de conversa (matchmaking) e com pessoas de todo o mundo, o evento torna-se extraordinário. Todos os presentes tinham como objetivo iniciar negócios. Todos dispostos a conversar, conhecer nossas soluções e apresentar os seus produtos. O pitch que realizei foi baseado no nosso produto Flareless, foi um sucesso, chamou muito a atenção do pessoal pois, na sequência várias pessoas vieram conversar para entender mais a solução, saber dos detalhes. Como resultado do matchmaking, foram criados contatos preciosos da América Latina e Europa que com certeza tornar-se-ão futuros clientes/parceiros.&#8221;, comentou Leonardo Hampel.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele também visitou o centro de tecnologia da ESA, o ESTEC, e agradeceu aos organizadores Nicolas Ayala Arboleda e Jesús Carrillo Vázquez pela dedicação na organização do evento. &#8220;Eles não pouparam esforços para o sucesso do evento. Sempre presentes. Durante a visita à Agência Espacial Europeia, conversamos com diversos engenheiros, dos seus respectivos laboratórios, dúvidas e fatos curiosos foram explanados. Infelizmente as fotos são proibidas. Foi realmente uma oportunidade única&#8221;, ressaltou Hampel, destacando a importância do ISD para o crescimento da indústria espacial na América Latina e no mundo.</span></p>
<figure style="width: 431px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="" src="https://www.esa.int/var/esa/storage/images/esa_multimedia/images/2024/09/companies_sign_zero_debris_charter_at_industry_space_days_2024/26318486-2-eng-GB/Companies_sign_Zero_Debris_Charter_at_Industry_Space_Days_2024_pillars.jpg" alt="Companies sign Zero Debris Charter at Industry Space Days 2024" width="431" height="222" /><figcaption class="wp-caption-text">24 companhias e organizações assinaram o companies and organisations signed the Zero Debris Charter (Carta de Zero Detritos), no Industry Space Days 2024 ESA–ESTEC, realizado em Noordwijk, Países Baixos . Foto: Dave Pelham. Licença: ESA Standard Licence</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O ISD 2024 contou com diversas apresentações de diretores e especialistas da ESA sobre os futuros programas espaciais, desafios de competitividade e novas tecnologias para segurança espacial. Entre os temas abordados estavam a sustentabilidade no setor espacial, as oportunidades comerciais para transporte espacial e os avanços em comunicações seguras e conectividade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante o evento, mais de 170 empresas exibiram suas tecnologias em estandes, o que permitiu uma ampla troca de ideias e novas parcerias comerciais. Um total de 2300 participantes, representando 1100 empresas de 42 países, se registraram para o evento, que é uma parte essencial da estratégia de negócios de muitas empresas. Além disso, o evento celebrou a assinatura da &#8220;<a href="https://www.esa.int/Space_Safety/Clean_Space/The_Zero_Debris_Charter">Zero Debris Charter</a>&#8220;, onde 23 novas empresas se comprometeram a mitigar os detritos espaciais, elevando o número total de signatários para 87.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a participação ativa de empresas e representantes de várias partes do mundo, o ISD 2024 reafirmou o compromisso da ESA em promover a cooperação internacional e impulsionar o uso do espaço como ferramenta essencial para o desenvolvimento global, com foco em inovação e sustentabilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A próximo edição do Industry Space Days (ISD) está previsto para 16 e 17 de setembro de 2026 em Leiden, nos Países Baixos</span></p>
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		<title>José Totti: “Sistemas de predição, como o Flareless, são fundamentais para segurança dos ativos florestais e da biodiversidade”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Afonso Gobbi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 17:40:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Incêndios Florestais]]></category>
		<category><![CDATA[Monitoramento florestal]]></category>
		<category><![CDATA[desastres]]></category>
		<category><![CDATA[Flareless]]></category>
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					<description><![CDATA[Cicatrizes que se perduram no tempo, fogo, devastação e uma série de problemas relacionados à seca extrema e morte de animais, além da destruição de plantações e do bioma. Estas são apenas algumas das consequências devastadoras que incêndios têm causado pelo Brasil, apenas nas últimas semanas.  Dados do Instituto Brasileiro de Pesquisas Espaciais (INPE), compilados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4309 alignleft" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/08/Copia-de-Apresentacao-Flareless-1.png" alt="" width="514" height="289" srcset="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/08/Copia-de-Apresentacao-Flareless-1.png 960w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/08/Copia-de-Apresentacao-Flareless-1-300x169.png 300w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/08/Copia-de-Apresentacao-Flareless-1-768x432.png 768w" sizes="(max-width: 514px) 100vw, 514px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cicatrizes que se perduram no tempo, fogo, devastação e uma série de problemas relacionados à seca extrema e morte de animais, além da destruição de plantações e do bioma. Estas são apenas algumas das consequências devastadoras que incêndios têm causado pelo Brasil, apenas nas últimas semanas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dados do Instituto Brasileiro de Pesquisas Espaciais (INPE), compilados pelo site </span><a href="https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/queimadas/bdqueimadas/#graficos"><span style="font-weight: 400;">BDQueimadas</span></a><span style="font-weight: 400;"> &#8211; plataforma digital para monitoramento e alerta de fogo na vegetação no Cerrado brasileiro &#8211; revelam o tamanho da devastação. Foram quase 120 mil casos de focos ativos no Brasil, apenas até o mês de agosto/2024. O número compila dados de todos os tipos de Biomas. Apenas no mês de agosto deste ano foi registrado metade dos casos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No Pantanal, o número de focos detectados pelos satélites de referência do BDQueimadas indicou um aumento de 2.141% quando comparado com o ano passado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Nos últimos anos há um aumento das ocorrências de incêndios florestais, bem como da intensidade e danos provocados, em decorrência  do aumento dos períodos de seca”. A afirmação é de um dos maiores nomes do setor florestal, </span><a href="https://www.linkedin.com/in/josetotti/"><span style="font-weight: 400;">José Totti</span></a><span style="font-weight: 400;">, com mais de 40 anos de experiência em grandes empresas do setor. Totti é desde 2023 um dos consultores da </span><a href="http://quiron.digital"><span style="font-weight: 400;">Quiron Digital</span></a><span style="font-weight: 400;">.   </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Estive no Pantanal do Mato Grosso do Sul há poucos dias, justamente no período em que havia uma altíssima incidência de fogo e fiquei muito impactado com a intensidade do dano e o baixo preparo das fazendas e do serviço público para enfrentar esta situação. No caso do Pantanal no estado, que tem por volta de 9 milhões de hectares, foram queimados cerca de 1,5 milhão de hectares”, lembra. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4311 alignright" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/08/Copia-de-Apresentacao-Flareless.png" alt="" width="462" height="260" srcset="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/08/Copia-de-Apresentacao-Flareless.png 960w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/08/Copia-de-Apresentacao-Flareless-300x169.png 300w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/08/Copia-de-Apresentacao-Flareless-768x432.png 768w" sizes="(max-width: 462px) 100vw, 462px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Totti recorda-se ainda de ver animais afetados pelos incêndios, além da devastação causada pelo fogo. “Tive a oportunidade de localizar uma onça pintada com as patas queimadas e solicitar ajuda do Ibama para resgatá-la. Não consigo nem imaginar a quantidade de animais carbonizados e feridos nos incêndios deste ano e como o Pantanal irá se recuperar desta tragédia”, lamenta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os casos acontecidos no Mato Grosso do Sul e São Paulo, nos últimos dias, levantam ainda a possibilidade de alguns casos de incêndio serem criminosos, e não acidentais. No estado de São Paulo, segundo dados da </span><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-08/prejuizos-com-queimadas-em-sp-passam-de-r-1-bilhao-diz-governo"><span style="font-weight: 400;">Agência Brasil</span></a><span style="font-weight: 400;">, as queimadas já levaram à perda de 5 milhões de toneladas de cana e 60 mil hectares de produção, afirmou a associação patronal Novacana. O governo do estado estima prejuízos de até R$ 1 bilhão.</span></p>
<h2>Flareless é uma ferramenta fundamental</h2>
<figure id="attachment_4306" aria-describedby="caption-attachment-4306" style="width: 356px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4306" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/08/1643739234986.jpeg" alt="" width="356" height="356" srcset="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/08/1643739234986.jpeg 800w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/08/1643739234986-300x300.jpeg 300w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/08/1643739234986-150x150.jpeg 150w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/08/1643739234986-768x768.jpeg 768w" sizes="(max-width: 356px) 100vw, 356px" /><figcaption id="caption-attachment-4306" class="wp-caption-text">José Totti, consultor da Quiron</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">José Totti lembra o quanto é importante a prevenção dos desastres, e que há alternativas para mitigar as chances de ocorrências severas.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Uma das alternativas é reduzir o material combustível nos locais de maior risco. Isso só é possível se houver um bom sistema de predição de risco. Para a redução de danos causados pelos incêndios florestais, a detecção rápida e a prontidão da ação de combate são elementos fundamentais. Sistemas de predição georreferenciados, estrutura de combate bem posicionada para rápido combate, com orientação vinda de sistemas de predição, como o Flareless, são fundamentais para segurança dos ativos florestais e da biodiversidade, que são colocados em risco pelos incêndios florestais, além dos riscos à vida dos brigadistas e das populações afetadas”, diz. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A solução Flareless, da Quiron, utiliza um índice proprietário que estima antecipadamente a probabilidade de perigo e severidade de um incêndio ocorrer em uma determinada área florestal, contando ainda com atualização diária com 10 dias de antecedência e alta resolução, oportunizando um direcionamento para identificação e mitigação perigos florestais, reduzindo a probabilidade de dano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na opinião de Totti, o Flareless oferece uma solução muito valiosa para se ganhar agilidade no enfrentamento do problema, antes mesmo que ele ocorra.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Este ano os incêndios estão batendo todos os recordes aqui no Brasil. Isto acontece pela forte seca que enfrentamos em algumas regiões como o Pantanal e a Amazônia. Além de planos de prevenção e recursos de combate, hoje temos a possibilidade de identificar previamente os locais de maior risco, com sistemas de predição como o Flareless e atuarmos preventivamente, reduzindo o material combustível e distribuindo os recursos de combate próximos aos locais de maior risco”, finaliza. </span></p>
<h2>Conheça mais sobre José Totti</h2>
<p>Com mais de 14 anos como diretor florestal em uma das maiores empresas brasileiras &#8211; a Klabin -, José Totti acumula histórico de participação, liderança, engajamento e uma ampla visão do potencial de negócios em projetos inovadores no setor. Há alguns anos investe em startups. “Sou um sujeito de sorte. Investi em dois negócios inovadores e um deles deu certo &#8211; o que não é normal. 50% deve ser celebrado”, comemora ele. Com mais de 40 anos de experiência no setor florestal, o engenheiro florestal começou carreira em Caxias do Sul (RS). Após se mudar para Guaíba (RS), acumulou funções tanto na Riocell (hoje CMPC) como em Salvador (BA), na Bacell (hoje Bracell), além de estados como Paraná, Santa Catarina e São Paulo, onde ficou até o final de 2022, trabalhando na Klabin. Aposentado das funções, Totti agora encara um novo desafio: ser um dos mentores da Quiron Digital, a empresa de <em>data forest</em> que busca ser uma das líderes no setor de dados florestais a partir de imagens de satélite.</p>
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		<title>Monitoreo Preciso de Supresión Forestal: Limitaciones de las Plataformas Abiertas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Afonso Gobbi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Aug 2024 18:50:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Certificação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Monitoramento florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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		<category><![CDATA[monitoreo ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[El cambio climático tiene un impacto en los ecosistemas y en las actividades basadas en los bosques. Acciones como la conservación y restauración de bosques son esenciales para mitigar estos impactos, ya que absorben gases de efecto invernadero y reducen el cambio climático global. Brasil está comprometido a reducir las emisiones de gases de efecto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4284 alignright" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/image10-1024x575.png" alt="" width="637" height="358" srcset="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/image10-1024x575.png 1024w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/image10-300x168.png 300w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/image10-768x431.png 768w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/image10-1536x862.png 1536w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/image10.png 1918w" sizes="(max-width: 637px) 100vw, 637px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">El cambio climático tiene un impacto en los ecosistemas y en las actividades basadas en los bosques. Acciones como la conservación y restauración de bosques son esenciales para mitigar estos impactos, ya que absorben gases de efecto invernadero y reducen el cambio climático global. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Brasil está comprometido a reducir las emisiones de gases de efecto invernadero y minimizar la supresión de bosques naturales, con metas de recorte del 48% en las emisiones para 2025 y del 53% para 2030.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Las empresas pueden compensar sus emisiones de carbono y asumir la responsabilidad ambiental a través de diferentes estrategias. Estas acciones no solo ayudan a mitigar el impacto ambiental, sino que también mejoran la imagen de la empresa y su relación con los inversores y consumidores sobre los problemas ambientales. Estrategias como la compensación de carbono, la reducción de emisiones directas y la transparencia en los informes son cruciales para este objetivo.</span></p>
<h2><b>Monitoreo del Capital Natural y Supresión de Bosques</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Acciones como la implantación de bosques comerciales, la recuperación de áreas degradadas y la adopción de prácticas agroecológicas son eficaces para minimizar la crisis climática, promoviendo la sostenibilidad y la resiliencia de los ecosistemas. Estas acciones también contribuyen al control de la actividad forestal, proporcionando alternativas económicas sostenibles que pueden reducir la presión sobre los bosques naturales. Sin embargo, el monitoreo del capital natural y de los bosques es un desafío. Las herramientas de teledetección y la inteligencia artificial son eficaces para identificar áreas suprimidas, lo que permite acciones eficientes de fiscalización y prevención.</span></p>
<h2><b>Herramientas Abiertas de Monitoreo</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Algunas de las plataformas de monitoreo de la cobertura y uso de la tierra utilizadas como fuentes de datos son MapBiomas, que se destaca por analizar datos de deforestación y uso del suelo en Brasil y América Latina utilizando la base de datos de Global Forest Watch (GFW). GFW es una plataforma de alcance global que monitorea bosques mediante imágenes satelitales de los sensores de la NASA y la Agencia Espacial Europea. Estas herramientas son eficaces para identificar la ocurrencia de supresión o regeneración forestal. Sin embargo, la limitación de los algoritmos y las imágenes utilizadas no permite distinguir, por ejemplo, si un bosque es nativo o si es un bosque comercial que está siendo cosechado o gestionado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Debido a esta restricción, estas herramientas, por sí solas, no pueden ser el único parámetro para el monitoreo de la deforestación en áreas nativas. Por lo tanto, no cumplen completamente con las nuevas legislaciones existentes, como el Reglamento de la Unión Europea sobre Deforestación (EUDR), que prohíbe la importación de productos al continente europeo de áreas con cualquier nivel de deforestación identificado hasta diciembre de 2020, sea legal o ilegal. Por lo tanto, los trabajos de campo pueden y deben complementarse para evitar interpretaciones erróneas y garantizar el cumplimiento de los reglamentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Un ejemplo de esta imprecisión fue verificado por Quiron Digital en muestras de monitoreo de supresión para un área de interés ubicada en la isla de Sumatra, Indonesia, en una región de plantaciones comerciales de aceite de palma (palmera).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">En el análisis realizado sobre un área de más de 14 mil hectáreas, comparando los datos reportados, Global Forest Watch presenta valores definidos como falsos positivos, es decir, cuando la herramienta en línea indica datos que representan deforestación pero que de hecho no ocurrieron, <strong>casi siete veces mayores que los de Quiron</strong>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por otro lado, los falsos negativos, cuando la herramienta evalúa que no hay deforestación, pero en la práctica sí ocurrió, <strong>son 46% menores en el análisis de Quiron</strong>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Es importante destacar una diferencia entre los conceptos utilizados y las evidencias reportadas: mientras que GFW solo analiza la supresión de bosques, <strong>Quiron también puede identificar qué es una plantación comercial y qué es un bosque nativo</strong>. Esta distinción es fundamental para poder indicar, mediante un análisis científicamente fundamentado, si la supresión de una plantación comercial ocurre como parte de la <strong>dinámica de gestión de producción</strong>, cuando se retiran árboles viejos para nuevos plantíos silvícolas, <strong>o si de hecho se trata de deforestación</strong>, cuando la extracción de árboles ocurre en formaciones naturales.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta evidencia sobre qué tipo de plantación existe o qué tipo de árboles fueron retirados es una característica diferencial que Quiron ofrece a sus clientes. Otro diferencial importante es la interpretación de imágenes en los llamados falsos positivos y falsos negativos en el monitoreo de la cobertura y uso de la tierra. Los datos no siempre indican, con evidencia, la realidad de lo que sucedió o no sucedió. Así, podemos considerar que los <strong>falsos positivos son alarmas erróneas (detectan algo que no existe), mientras que los falsos negativos son fallas en detectar algo real</strong>. En la teledetección, minimizar estos errores es fundamental para obtener resultados precisos y confiables. El cuadro a continuación presenta el análisis comparativo de los resultados de Quiron frente a los de GFW, cuando se comparan los falsos positivos y negativos:</span></p>
<table style="height: 267px;" width="674">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Análisis comparativo</strong></td>
<td><span style="font-weight: 400;">GFW (hectáreas)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">QUIRON (hectáreas)</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Falsos positivos (representación de deforestación que no ocurrió en realidad)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">144, 4</span></td>
<td><strong>22,1</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Falsos negativos (representación de no deforestación que en realidad ocurrió)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">156,3</span></td>
<td><strong>83,7</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-weight: 400;">La figura a continuación presenta una comparación de las detecciones de supresión identificadas por GFW y Quiron:</span></p>
<table style="height: 281px;" width="767">
<tbody>
<tr>
<td><b>GLOBAL FOREST WATCH (GFW)</b></td>
<td><b>QUIRON</b></td>
</tr>
<tr>
<td><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4272" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/image2.png" alt="" width="219" height="193" /></td>
<td><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4273" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/image7.png" alt="" width="218" height="193" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-weight: 400;">La tabla a continuación presenta los valores de área para las detecciones de supresión mostradas en la figura anterior:</span></p>
<table style="height: 333px;" width="749">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Análisis comparativo</strong></td>
<td><strong>GFW (hectares)</strong></td>
<td><span style="font-weight: 400;"><strong>Quiron (hectáreas)</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4275 alignleft" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/vermelho.png" alt="" width="53" height="26" /><strong style="font-family: inherit; font-size: inherit;">Bosque nativo</strong><span style="font-family: inherit; font-size: inherit;">  </span></span></p>
</td>
<td><span style="font-weight: 400;">GFW no puede diferenciar entre tipos de bosques</span></td>
<td><strong>151,93</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p style="text-align: left;"><b><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4274 alignleft" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/azul.png" alt="" width="54" height="23" /></b> <strong>Bosque comercial</strong></p>
</td>
<td><span style="font-weight: 400;">GFW no puede diferenciar entre tipos de bosques</span></td>
<td><strong>194,25 </strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Área total</strong></td>
<td><span style="font-weight: 400;">334,0</span></td>
<td><strong>346,18</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-weight: 400;">La solución Quiron, además de presentar con precisión la supresión del bosque natural, puede localizar más áreas de supresión (considerando el año 2023). La tabla a continuación presenta los diferenciales de Quiron comparados con GFW:</span></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><b>Indicador</b></td>
<td><b>GFW</b></td>
<td><b>QUIRON</b></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Resolución</strong></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Variable</span></td>
<td><strong>10 metros x 10 metros</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Clasificación de bosque suprimido</strong></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Sin clasificación</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">✔️</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Inteligencia artificial entrenada para cada área de interés analizada</strong></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Sin clasificación</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">✔️</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Informe de monitoreo</strong></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Genérico, sin personalización ni distinción para referencia</span></td>
<td><strong>Personalizado</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Frecuencia de monitoreo de área</strong></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Variable, que puede ser anual o mensual</span></td>
<td><strong>Semanal</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Recepción de alertas</strong></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Genérico, sin personalización ni distinción para referencia</span></td>
<td><strong>Personalizado</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Precise Monitoring of Forest Suppression: Limitations of Open Platforms</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Afonso Gobbi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Aug 2024 18:24:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Certificação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Monitoramento florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[forest supression]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[Climate change impacts ecosystems and forest-based activities. Actions such as forest conservation and restoration are essential to mitigate these impacts, as they absorb greenhouse gases and reduce global climate change. Brazil is committed to reducing greenhouse gas emissions and minimizing the suppression of natural forests, with goals to cut emissions by 48% by 2025 and [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4284 alignright" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/image10-1024x575.png" alt="" width="637" height="358" srcset="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/image10-1024x575.png 1024w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/image10-300x168.png 300w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/image10-768x431.png 768w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/image10-1536x862.png 1536w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/image10.png 1918w" sizes="(max-width: 637px) 100vw, 637px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Climate change impacts ecosystems and forest-based activities. Actions such as forest conservation and restoration are essential to mitigate these impacts, as they absorb greenhouse gases and reduce global climate change. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Brazil is committed to reducing greenhouse gas emissions and minimizing the suppression of natural forests, with goals to cut emissions by 48% by 2025 and 53% by 2030.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Companies can offset their carbon emissions and take environmental responsibility through different strategies. These actions not only help mitigate environmental impact but also improve the company&#8217;s image and its relationship with investors and consumers concerning environmental issues. Strategies such as carbon offsetting, reducing direct emissions, and transparency in reporting are crucial to this goal.</span></p>
<h2><b>Monitoring of Natural Capital and Forest Suppression</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Actions such as the implementation of commercial forests, recovery of degraded areas, and the adoption of agroecological practices are effective in minimizing the climate crisis, promoting sustainability, and increasing the resilience of ecosystems. These actions also contribute to controlling forest activity, providing sustainable economic alternatives that can reduce pressure on natural forests. However, monitoring natural capital and forests is challenging. Remote sensing tools and artificial intelligence are effective in identifying suppressed areas, enabling efficient enforcement and prevention actions.</span></p>
<h2><b>Open Monitoring Tools</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Some of the land cover and use monitoring platforms used as data sources include MapBiomas, which stands out for analyzing deforestation and land use data in Brazil and Latin America using the Global Forest Watch (GFW) database. GFW is a global platform that monitors forests using satellite images from NASA and the European Space Agency. These tools are effective in identifying forest suppression or regeneration occurrences. However, the limitation of the algorithms and images used makes it difficult to distinguish, for example, whether a forest is native or a commercial forest that is being harvested or managed.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Due to this limitation, these tools alone cannot serve as the sole parameter for monitoring deforestation in native areas. Thus, they do not fully comply with new regulations, such as the European Union Deforestation Regulation (EUDR), which prohibits the importation of products into Europe from areas affected by any level of deforestation identified by December 2020, whether legal or illegal. Therefore, fieldwork can and should be complemented to avoid misinterpretation and ensure compliance with regulations.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">An example of this imprecision was identified by Quiron Digital in samples of suppression monitoring for an area of interest located on the island of Sumatra, Indonesia, in a region of commercial oil palm plantations.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">In the analysis conducted over an area of more than 14,000 hectares, comparing the reported data, Global Forest Watch presents values defined as false positives—when the online tool indicates deforestation data that did not actually occur—<strong>almost seven times higher than Quiron’s data</strong>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">On the other hand, false negatives, when the tool assesses that no deforestation has occurred but in practice did, <strong>are 46% lower in Quiron’s analysis</strong>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">It is important to highlight a difference between the concepts used and the evidence reported: while GFW only analyzes forest suppression, <strong>Quiron can also identify what is a commercial plantation and what is native forest</strong>. This distinction is crucial to be able to indicate, through scientifically-based analysis, whether the suppression of commercial plantations occurs as part of <strong>production management dynamics</strong>—when old trees are removed for new silvicultural plantings—<strong>or whether deforestation is happening</strong>, which occurs when trees are removed from natural formations.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">This evidence of what type of plantation exists or what type of trees were removed is a unique feature offered by Quiron to its clients. Another important distinction is the interpretation of images regarding so-called false positives and false negatives in land cover and use monitoring. Data do not always provide evidence of what has or hasn’t happened in reality. Thus, we can consider that <strong>false positives are erroneous alarms (detecting something that doesn&#8217;t exist), while false negatives are failures to detect something real</strong>. In remote sensing, minimizing these errors is crucial for obtaining accurate and reliable results. The table below presents a comparative analysis of the results from Quiron versus GFW when comparing false positives and negatives.</span></p>
<table style="height: 267px;" width="674">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Comparative analysis</strong></td>
<td><strong>GFW (hectares)</strong></td>
<td><strong>QUIRON (hectares)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">False positives (representation of deforestation that did not actually occur)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">144, 4</span></td>
<td><strong>22,1</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">False negatives (representation of no deforestation that actually occurred)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">156,3</span></td>
<td><strong>83,7</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-weight: 400;">The figure below presents a comparison of the suppression detections identified by GFW and Quiron:</span></p>
<table style="height: 281px;" width="767">
<tbody>
<tr>
<td><b>GLOBAL FOREST WATCH (GFW)</b></td>
<td><b>QUIRON</b></td>
</tr>
<tr>
<td><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4272" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/image2.png" alt="" width="219" height="193" /></td>
<td><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4273" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/image7.png" alt="" width="218" height="193" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-weight: 400;">The table below presents the area values for the suppression detections shown in the figure above:</span></p>
<table style="height: 333px;" width="749">
<tbody>
<tr>
<td><b>ANÁLISE COMPARATIVA</b></td>
<td><strong>GFW (hectares)</strong></td>
<td><span style="font-weight: 400;"><strong>Quiron (hectares)</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4275 alignleft" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/vermelho.png" alt="" width="53" height="26" /><strong style="font-family: inherit; font-size: inherit;">Native forest  </strong></span></p>
</td>
<td><span style="font-weight: 400;">GFW cannot differentiate between types of forests</span></td>
<td><strong>151,93</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p style="text-align: left;"><b><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4274 alignleft" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/azul.png" alt="" width="54" height="23" /></b> <strong>Commercial forest  </strong></p>
</td>
<td><span style="font-weight: 400;">GFW cannot differentiate between types of forests</span></td>
<td><strong>194,25 </strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Total area</strong></td>
<td><span style="font-weight: 400;">334,0</span></td>
<td><strong>346,18</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-weight: 400;">The Quiron solution, in addition to precisely detecting natural forest suppression, is able to identify more suppression areas (considering the year 2023). The table below presents Quiron&#8217;s differentials compared to GFW:</span></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Indicator</strong></td>
<td><b>GFW</b></td>
<td><b>QUIRON</b></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Resolution</strong></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Variable</span></td>
<td><strong>10 meters x 10 meters</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Classification of suppressed forest</strong></td>
<td><span style="font-weight: 400;">No classification</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">✔️</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Artificial intelligence trained for each analyzed area of interest</strong></td>
<td><span style="font-weight: 400;">No classification</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">✔️</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Monitoring report</strong></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Generic, without customization or reference distinction</span></td>
<td><strong>Customized</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Area monitoring frequency</strong></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Variable, which can be annual or monthly</span></td>
<td><strong>Weekly</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Receipt of alerts</strong></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Generic, without customization or reference distinction</span></td>
<td><strong>Customized</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Monitoramento Preciso de Supressão Florestal: Limitações das Plataformas Abertas</title>
		<link>https://quiron.digital/monitoramento-florestal/monitoramento-preciso-de-desmatamento-limitacoes-das-plataformas-abertas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Afonso Gobbi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 19:33:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Certificação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Monitoramento florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[As mudanças climáticas apresentam um impacto sobre os ecossistemas e a atividade de base florestal. Ações realizadas na natureza, como a conservação e a restauração de florestas, são essenciais para mitigar esses impactos, absorvendo gases de efeito estufa e reduzindo as alterações climáticas globais.  O Brasil está comprometido em reduzir as emissões de gases de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4284 alignright" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/image10-1024x575.png" alt="" width="637" height="358" srcset="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/image10-1024x575.png 1024w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/image10-300x168.png 300w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/image10-768x431.png 768w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/image10-1536x862.png 1536w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/image10.png 1918w" sizes="(max-width: 637px) 100vw, 637px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As mudanças climáticas apresentam um impacto sobre os ecossistemas e a atividade de base florestal. Ações realizadas na natureza, como a conservação e a restauração de florestas, são essenciais para mitigar esses impactos, absorvendo gases de efeito estufa e reduzindo as alterações climáticas globais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Brasil está comprometido em reduzir as emissões de gases de efeito estufa e minimizar a supressão de florestas naturais, com metas de corte de 48% nas emissões até 2025 e de 53% até 2030.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Empresas podem compensar suas emissões de carbono e assumir responsabilidade ambiental por meio de diferentes estratégias. Essas ações não só ajudam a mitigar o impacto ambiental, mas também melhoram a imagem da empresa e sua relação com investidores e consumidores das questões ambientais. Estratégias como compensação de carbono, redução das emissões diretas e transparência em relatórios são cruciais para esse objetivo.</span></p>
<h2><b>Monitoramento de Capital Natural e Supressão de Florestas</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ações como implantação de florestas comerciais, recuperação de áreas degradadas e implantação de práticas agroecológicas são eficazes para minimizar a crise climática, promovendo a sustentabilidade e a resiliência dos ecossistemas. Essas ações também contribuem para o controle da atividade florestal, fornecendo alternativas econômicas sustentáveis que podem reduzir a pressão sobre as florestas naturais. O monitoramento do capital natural e das florestas, entretanto, é desafiador. Ferramentas com sensoriamento remoto e inteligência artificial são eficazes na identificação de áreas suprimidas, permitindo ações eficientes de fiscalização e de prevenção.</span></p>
<h2><b>Ferramentas abertas de Monitoramento</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas das plataformas de monitoramento da cobertura e uso da terra que são utilizadas como fontes de dados são o MapBiomas, que se destaca na análise de dados de desmatamento e uso do solo no Brasil e América Latina utilizando a base de dados da Global Forest Watch (GFW). A GFW é uma plataforma de abrangência global que monitora florestas empregando imagens de satélite dos sensores da NASA e Agência Espacial Europeia). Essas ferramentas são eficazes para identificar a ocorrência da supressão de florestas ou regeneração florestal. No entanto, a limitação dos algoritmos e das imagens utilizadas não consegue distinguir, por exemplo, se uma floresta é nativa, ou se é uma floresta comercial, que está sendo colhida ou manejada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Devido a essa restrição, essas ferramentas, por si só, não podem ser o único parâmetro para o monitoramento de desmatamento em áreas nativas. Assim, elas não atendem plenamente às novas legislações existentes, como o Regulamento da União Europeia sobre Desmatamento (EUDR), que determina a proibição da importação de produtos para o continente europeu, de áreas provenientes de qualquer nível de desmatamento identificado até dezembro de 2020 &#8211; seja legal ou ilegal. Portanto, trabalhos de campo podem e devem ser complementados para evitar interpretações equivocadas e garantir a conformidade com os regulamentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um exemplo dessa imprecisão foi verificado pela Quiron Digital em amostras do monitoramento de supressão para a área de interesse situada na Ilha de Sumatra, na Indonésia, numa região de plantios comerciais de Óleo de Palma (palmeira). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na análise realizada, numa área de mais de 14 mil hectares, comparando os dados reportados, a Global Forest Watch apresenta valores definidos como falsos positivos, ou seja, quando a ferramenta on-line indica dados que representam desmatamento, mas que de fato não ocorreram, </span><b>quase sete vezes maiores aos da Quiron</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já os falsos negativos, quando a ferramenta avalia que não há desmatamento, mas que na prática ocorreram, </span><b>são 46% menores na Quiron</b><span style="font-weight: 400;">.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Importante destacar uma diferença entre os conceitos utilizados e as evidências reportadas: enquanto o GFW analisa apenas a supressão de florestas, </span><b>a Quiron</b> <b>consegue identificar ainda o que é plantio comercial e o que é floresta nativa</b><span style="font-weight: 400;">. Essa diferenciação é fundamental para poder apontar, com uma análise cientificamente embasada, se a supressão de plantio comercial ocorre na dinâmica de </span><b>manejo de produção</b><span style="font-weight: 400;">, quando árvores velhas são retiradas para novos plantios silvícolas, </span><b>ou se ocorre, de fato, desmatamento</b><span style="font-weight: 400;">, quando a retirada de árvores acontece em formações naturais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta evidência, de que tipo de plantação existe ou de que tipo de árvores foram retiradas, é um diferencial oferecido pela Quiron aos seus clientes. Outro diferencial importante é a interpretação das imagens nos chamados falsos positivos e falsos negativos no monitoramento da cobertura e uso da terra. Os dados nem sempre indicam, com evidências, a realidade do que aconteceu ou não aconteceu. Assim, podemos considerar que<strong> falsos positivos são alarmes errôneos (detectam algo que não existe), enquanto falsos negativos são falhas em detectar algo real</strong>. No sensoriamento remoto, minimizar esses erros é fundamental para obter resultados precisos e confiáveis. O quadro abaixo apresenta a análise comparativa dos resultados da Quiron versus com os da GFW, quando comparados os falsos positivos e negativos:</span></p>
<table style="height: 267px;" width="674">
<tbody>
<tr>
<td><b>Análise comparativa</b></td>
<td><span style="font-weight: 400;">GFW (hectares)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">QUIRON (hectares)</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Falsos positivos (representação de desmatamento, mas que de fato não ocorreram)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">144, 4</span></td>
<td><strong>22,1</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Falsos negativos (representação de não-desmatamento, mas que ocorreram na prática)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">156,3</span></td>
<td><strong>83,7</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-weight: 400;">A figura abaixo apresenta um comparativo das detecções de supressão detectadas pela GFW e Quiron:</span></p>
<table style="height: 281px;" width="767">
<tbody>
<tr>
<td><b>GLOBAL FOREST WATCH (GFW)</b></td>
<td><b>QUIRON</b></td>
</tr>
<tr>
<td><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4272" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/image2.png" alt="" width="219" height="193" /></td>
<td><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4273" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/image7.png" alt="" width="218" height="193" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-weight: 400;">O quadro a seguir apresenta os valores de área para as detecções de supressão mostradas na figura acima:</span></p>
<table style="height: 333px;" width="749">
<tbody>
<tr>
<td><b>ANÁLISE COMPARATIVA</b></td>
<td><strong>GFW (hectares)</strong></td>
<td><span style="font-weight: 400;"><strong>Quiron (hectares)</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4275 alignleft" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/vermelho.png" alt="" width="53" height="26" /> </span><b>Floresta nativa</b><span style="font-weight: 400;">  </span></p>
</td>
<td><span style="font-weight: 400;">GFW não consegue diferenciar tipos de florestas</span></td>
<td><strong>151,93</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p style="text-align: left;"><b> <img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4274 alignleft" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2024/07/azul.png" alt="" width="54" height="23" /> </b><b>Floresta comercial</b><b>  </b></p>
</td>
<td><span style="font-weight: 400;">GFW não consegue diferenciar tipos de florestas</span></td>
<td><strong>194,25 </strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Área total</strong></td>
<td><span style="font-weight: 400;">334,0</span></td>
<td><strong>346,18</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-weight: 400;">A solução Quiron, além de apresentar precisamente a supressão de floresta natural, consegue localizar mais áreas de supressão (considerando-se o ano de 2023). O quadro a seguir apresenta os diferenciais da Quiron comparado ao GFW:</span></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><b>Indicador</b></td>
<td><b>GFW</b></td>
<td><b>QUIRON</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Resolução</b></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Variável</span></td>
<td><strong>10 metros x 10 metros</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Classificação de floresta</b></p>
<p><b>suprimida</b></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Sem classificação</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">✔️</span></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Inteligência artificial treinada para cada área de interesse analisada</b></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Sem classificação</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">✔️</span></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Relatório de</b></p>
<p><b>monitoramento</b></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Genérico, sem customização ou distinção para referência</span></td>
<td><strong>Personalizado</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Frequência de acompanhamento de área</b></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Variável, podendo ser anual ou mensal</span></td>
<td><strong>Semanal</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Recebimento de alertas</b></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Genérico, sem customização ou distinção para referência</span></td>
<td><strong>Personalizado</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Dados florestais da Quiron favorecem a produtividade de florestas</title>
		<link>https://quiron.digital/monitoramento-florestal/dados-florestais-quiron/</link>
					<comments>https://quiron.digital/monitoramento-florestal/dados-florestais-quiron/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Afonso Gobbi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jun 2023 18:37:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Monitoramento florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Dados Florestais]]></category>
		<category><![CDATA[Quiron digital]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo dados do IBÁ (Indústria Brasileira de Árvores), compilados até 2021, são quase 10 milhões de hectares de árvores cultivadas no país. Dados do mercado florestal brasileiro ainda indicam uma movimentação que passa de R$ 244 bilhões de receita bruta, com quase 3 milhões de pessoas empregadas no setor, demandando uma grande importância para o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-4084 " src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/05/Captura-de-tela-2023-05-31-161930-1024x370.png" alt="" width="573" height="207" srcset="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/05/Captura-de-tela-2023-05-31-161930-1024x370.png 1024w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/05/Captura-de-tela-2023-05-31-161930-300x108.png 300w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/05/Captura-de-tela-2023-05-31-161930-768x278.png 768w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/05/Captura-de-tela-2023-05-31-161930.png 1439w" sizes="(max-width: 573px) 100vw, 573px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo dados do IBÁ (<a href="https://www.iba.org/">Indústria Brasileira de Árvores</a>), compilados até 2021, são quase 10 milhões de hectares de árvores cultivadas no país. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dados do mercado florestal brasileiro ainda indicam uma movimentação que passa de R$ 244 bilhões de receita bruta, com quase 3 milhões de pessoas empregadas no setor, demandando uma grande importância para o mercado como um todo.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pensando na importância do volume dos negócios do setor, ter acesso a dados florestais é fundamental para uma visão estratégica das potencialidades de cada empresa. Dados florestais são informações coletadas e analisadas em relação às florestas, suas características, composição, distribuição geográfica, saúde, dinâmica e outros aspectos relacionados. Esses dados são coletados por meio de diversas fontes, como observações de campo, sensoriamento remoto por satélites, levantamentos aéreos e amostragens.</span></p>
<h2><b>Qual a finalidade dos dados florestais?</b></h2>
<figure id="attachment_4086" aria-describedby="caption-attachment-4086" style="width: 465px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4086" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/05/alerta-de-solo-modificado.png" alt="" width="465" height="206" srcset="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/05/alerta-de-solo-modificado.png 754w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/05/alerta-de-solo-modificado-300x133.png 300w" sizes="(max-width: 465px) 100vw, 465px" /><figcaption id="caption-attachment-4086" class="wp-caption-text">Alerta de uso do solo modificado</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A finalidade de termos dados florestais é fornecer informações fundamentais para a compreensão e gestão adequada dos ecossistemas florestais, além de termos acesso a informações essenciais para a conservação, gestão sustentável e entendimento das florestas, permitindo tomar decisões informadas e eficazes para proteger esses ecossistemas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas das principais razões pelas quais os dados florestais são importantes dizem respeito à compreensão da vitalidade da floresta, além de conhecimento sobre aspectos de possíveis alterações na saúde das espécies plantadas, tamanho e condição de crescimento. Conheça mais em detalhe alguns deles:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Monitoramento e conservação da biodiversidade: Os dados florestais ajudam a identificar e monitorar a diversidade biológica presente nas florestas, incluindo espécies de plantas, animais e micro-organismos. Essas informações são cruciais para a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento de estratégias de manejo adequadas para proteger espécies ameaçadas.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Avaliação da saúde florestal: Os dados florestais permitem avaliar a saúde dos ecossistemas florestais, identificando mudanças e tendências ao longo do tempo. Isso inclui a detecção de desmatamento, degradação florestal, incêndios, invasões de espécies exóticas e outros distúrbios que afetam negativamente as florestas. Com base nesses dados, podem ser tomadas medidas corretivas e preventivas para mitigar os impactos adversos.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Monitoramento das mudanças climáticas: As florestas desempenham um papel importante no ciclo global do carbono e na regulação do clima. Os dados florestais são cruciais para entender as interações entre as florestas e o clima, como o sequestro de carbono, as emissões de gases de efeito estufa e os efeitos das mudanças climáticas nas florestas. Essas informações são essenciais para políticas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Planejamento e manejo florestal sustentável: Os dados florestais fornecem informações valiosas para o planejamento e o manejo sustentável das florestas. Eles ajudam a determinar as áreas adequadas para a colheita de madeira, a implementação de práticas de silvicultura sustentável, a conservação da biodiversidade, a proteção de áreas sensíveis e a avaliação dos impactos das atividades humanas nas florestas.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pesquisa científica e educação: Os dados florestais são uma fonte vital para a pesquisa científica e a educação. Eles permitem que os cientistas estudem os processos ecológicos, a dinâmica das populações, os ciclos biogeoquímicos e outras questões relacionadas às florestas. Além disso, esses dados são usados para educar e conscientizar o público sobre a importância das florestas e os desafios enfrentados na conservação e no manejo desses ecossistemas.</span></li>
</ol>
<h2><b>Como obter dados de florestas com exatidão</b></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-4085 size-full" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/05/Imagem1.png" alt="" width="528" height="313" srcset="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/05/Imagem1.png 528w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/05/Imagem1-300x178.png 300w" sizes="(max-width: 528px) 100vw, 528px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A obtenção desses dados, porém, nem sempre são mecanismos fáceis e simples de serem obtidos pelos gestores florestais e líderes de grandes empresas. Acessar esses dados com precisão requer a combinação de diferentes métodos e técnicas. Uma delas é o sensoriamento remoto, técnica amplamente utilizada para coletar dados florestais. Ela envolve o uso de sensores embarcados em satélites, aviões e drones para capturar informações sobre as florestas a partir de imagens ou dados espectrais. Essas imagens podem fornecer informações sobre a cobertura vegetal, a saúde das árvores, a estrutura da floresta e outras características importantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A par do sensoriamento remoto, outras abordagens comuns são utilizadas para obter dados florestais precisos, como por exemplo: </span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Tecnologias avançadas de detecção: o avanço tecnológico tem possibilitado o uso de equipamentos mais sofisticados para coletar dados florestais com maior precisão. Por exemplo, o uso de LIDAR (Light Detection and Ranging), que permite a medição precisa da estrutura tridimensional da floresta, incluindo a altura das árvores e a topografia do terreno. Além disso, sensores especializados, como os que medem a clorofila nas folhas, podem fornecer informações detalhadas sobre a saúde das plantas.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Modelagem e análise de dados: A modelagem e análise de dados são utilizadas para processar e interpretar as informações coletadas. Por meio de técnicas estatísticas e algoritmos, é possível extrair padrões, relacionamentos e tendências dos dados florestais. Isso permite fazer estimativas e projeções sobre a saúde da floresta, as mudanças no estoque de carbono, a dinâmica das populações e outros aspectos relevantes.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Integração de diferentes fontes de dados: A obtenção de dados florestais precisos muitas vezes requer a integração de diferentes fontes de informação. Combinar dados de sensoriamento remoto e outras fontes de dados pode melhorar a precisão e a abrangência das informações coletadas</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Importa ressaltar que a precisão dos dados florestais também depende da qualidade da amostragem, da seleção adequada das variáveis a serem medidas, da expertise dos profissionais envolvidos e do uso de métodos validados cientificamente. Além disso, a atualização regular dos dados é fundamental para acompanhar as mudanças temporais nas florestas.</span></p>
<h2><b>Conheça as soluções de dados florestais da Quiron</b></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4087 alignleft" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/05/produtos-1024x549.png" alt="" width="502" height="269" srcset="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/05/produtos-1024x549.png 1024w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/05/produtos-300x161.png 300w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/05/produtos-768x412.png 768w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/05/produtos.png 1068w" sizes="(max-width: 502px) 100vw, 502px" /></p>
<p><a href="https://quiron.digital/"><span style="font-weight: 400;">Quiron Digital</span></a><span style="font-weight: 400;"> ajuda os gestores florestais a transformar decisões empíricas em decisões baseadas em dados para mitigar ameaças em florestas ao redor do mundo. Nossas soluções combinam dados de satélite e inteligência artificial de ponta para aumentar a produtividade, proteção e gestão florestal. São três os segmentos: </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">1. </span>INTELIGÊNCIA DE MERCADO &#8211; Busca e classificação estratégica de terras em expansão para:</p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Aquisição;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Arrendamento;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Compra da floresta;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Restauração florestal;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Implementação de novos projetos.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">2. PRODUTIVIDADE E PROTEÇÃO FLORESTAL &#8211; Coleta de dados do comportamento florestal para:</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Silvicultura;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Proteção de incêndios; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Monitoramento de sinistros</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">3. IMPACTO AMBIENTAL </span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Predição de incêndios;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Monitoramento de regeneração florestal;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Monitoramento de desmatamento;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Saiba mais sobre as nossas soluções: </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Flareless</strong>: A solução Flareless utiliza um índice proprietário que estima antecipadamente a probabilidade e severidade de um incêndio ocorrer em uma determinada área florestal, apresentado com 10 dias de antecedência e alta resolução. Essa informação auxilia os gestores a agirem preventivamente antes dos primeiros sinais de fumaça.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Discover</strong>: A solução Discover maximiza a eficiência ao planejar, descobrir e prospectar estrategicamente a aquisição ou arrendamento de novas áreas com nossa solução de análises e indicadores florestais para a tomada de decisão com base em dados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Diagnosis</strong>: A solução Diagnosis mantém um acompanhamento detalhado da saúde e integridade das florestas, obtendo acesso a análises sobre perda de vigor e possíveis vínculos com pragas ou doenças, assim aprimorando a eficiência da silvicultura e evitando danos no plantio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Mapper</strong>: A solução Mapper é completa para o monitoramento e uso do solo, podendo identificar desmatamentos, uso indevido, invasões, monitoramento de áreas protegidas, reservas, nascentes, rios, etc, alertando para qualquer perturbação ou inconformidades no uso do solo e provocando o acompanhamento de recuperação de áreas.  </span></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Como fazer o inventário florestal de grandes áreas, com precisão?</title>
		<link>https://quiron.digital/monitoramento-florestal/inventario-florestal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Afonso Gobbi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 May 2023 19:43:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Monitoramento florestal]]></category>
		<category><![CDATA[sensaoriamento remoto]]></category>
		<category><![CDATA[sensoriamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O inventário florestal é um processo de coleta e análise de dados sobre a composição e condição de uma área florestal. O principal objetivo, no segmento florestal, é justamente fornecer informações precisas e atualizadas sobre os recursos florestais, como árvores e estoque de madeira, bem como sobre a qualidade do solo, características topográficas e outros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-4011 alignleft" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/05/unknown-300x193.png" alt="" width="539" height="347" srcset="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/05/unknown-300x193.png 300w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/05/unknown-1024x660.png 1024w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/05/unknown-768x495.png 768w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/05/unknown.png 1142w" sizes="(max-width: 539px) 100vw, 539px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O inventário florestal é um processo de coleta e análise de dados sobre a composição e condição de uma área florestal. O principal objetivo, no segmento florestal, é justamente fornecer informações precisas e atualizadas sobre os recursos florestais, como árvores e estoque de madeira, bem como sobre a qualidade do solo, características topográficas e outros fatores ambientais relevantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O inventário florestal pode ser feito usando diferentes técnicas, como amostragem sistemática, aleatória e estratificada, A isso se chamam processos, mas pode também envolver o uso de tecnologias de sensoriamento remoto, como imagens de satélite e <a href="http://www.dsr.inpe.br/DSR/areas-de-atuacao/sensores-plataformas/lidar">dados LiDAR</a>, para mapear a área florestal e identificar áreas de interesse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O inventário florestal e o sensoriamento remoto estão diretamente relacionados, pois o sensoriamento remoto é uma das principais ferramentas utilizadas para coletar informações que são utilizadas no inventário florestal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sensoriamento remoto, por sua vez, é uma técnica que utiliza diferentes tecnologias para coletar informações sobre a superfície terrestre, incluindo florestas. Essas informações podem incluir dados de satélite, imagens aéreas, dados LiDAR, radar de abertura sintética e outros dados coletados de forma remota.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses dados coletados por sensoriamento remoto são usados no inventário florestal para avaliar as características da floresta em grandes áreas de forma eficiente e precisa. As informações coletadas por sensoriamento remoto podem ser utilizadas para produzir mapas e modelos da floresta, identificar áreas de maior densidade de árvores, avaliar a qualidade da madeira, monitorar o desmatamento e outras mudanças na floresta ao longo do tempo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Realizar um inventário florestal e monitoramento florestal para grandes áreas, com precisão, requer um planejamento cuidadoso, uma seleção adequada de amostras, tecnologias de sensoriamento remoto, coleta de dados em campo precisa, análise de dados e monitoramento contínuo.</span></p>
<h2><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-4012 alignright" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/05/Imagem-do-WhatsApp-de-2023-05-16-as-16.28.20-300x219.jpg" alt="" width="445" height="325" srcset="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/05/Imagem-do-WhatsApp-de-2023-05-16-as-16.28.20-300x219.jpg 300w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/05/Imagem-do-WhatsApp-de-2023-05-16-as-16.28.20-1024x749.jpg 1024w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/05/Imagem-do-WhatsApp-de-2023-05-16-as-16.28.20-768x562.jpg 768w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/05/Imagem-do-WhatsApp-de-2023-05-16-as-16.28.20.jpg 1101w" sizes="(max-width: 445px) 100vw, 445px" /></h2>
<h2><b>Quais são as etapas de um inventário florestal?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui estão algumas etapas gerais que você pode seguir para realizar um inventário florestal para grandes áreas com precisão:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Planejamento</b><span style="font-weight: 400;">: Antes de começar o inventário florestal, é importante planejar cuidadosamente as etapas do processo. Isso inclui determinar a área de estudo, a metodologia a ser utilizada (área fixa ou variável, por exemplo, ou ainda se será um inventário simples ou sistemático), o tamanho da amostra, a densidade da amostragem, a frequência de medições e a equipe necessária para realizar o inventário contínuo florestal.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Seleção da amostra</b><span style="font-weight: 400;">: Para realizar um inventário florestal de grandes áreas, é comum selecionar uma amostra representativa da área total. É importante escolher uma amostra que seja grande o suficiente para ser representativa da área, mas também manejável para medir com precisão. Algumas técnicas comuns de amostragem incluem amostragem sistemática, aleatória e estratificada.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Tecnologias de sensoriamento remoto</b><span style="font-weight: 400;">: Tecnologias de sensoriamento remoto, como imagens de satélite e dados LiDAR, podem ser usadas para ajudar a identificar áreas de interesse e orientar a seleção de amostras. Imagens de satélite também podem ser usadas para calcular a cobertura da copa das árvores, densidade de florestas, entre outras informações.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Análise de dados</b><span style="font-weight: 400;">: Após a coleta dos dados, é necessário analisar os dados coletados. Isso pode incluir a determinação da densidade de árvores, volume de madeira, biomassa florestal, entre outros indicadores. A análise de dados também pode ajudar a identificar áreas que precisam de manejo e preservação.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Monitoramento</b><span style="font-weight: 400;">: O inventário florestal deve ser uma atividade contínua e deve ser atualizado regularmente para acompanhar as mudanças nas condições da floresta. Isso pode incluir a realização de inventários de acompanhamento em intervalos regulares para identificar mudanças nas condições da floresta.</span></li>
</ul>
<h2><b>O que posso fazer com os dados do inventário florestal?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Após realizar os métodos de inventário florestal, os dados coletados no inventário podem ser utilizados para várias finalidades, como:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Planejamento de manejo florestal</b><span style="font-weight: 400;">: Os dados do inventário florestal podem ajudar a determinar a densidade de árvores, o tamanho e a idade das árvores, a qualidade da madeira e outras informações relevantes para o manejo florestal.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Avaliação de impacto ambiental</b><span style="font-weight: 400;">: Os dados do inventário florestal podem ser usados para avaliar o impacto de atividades humanas na floresta, como a construção de estradas ou a extração de madeira.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Estimativa da capacidade produtiva da floresta</b><span style="font-weight: 400;">: Os dados do inventário florestal podem ser usados para determinar a quantidade de madeira na floresta.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Monitoramento do estado da floresta</b><span style="font-weight: 400;">: O inventário florestal pode ser realizado periodicamente para monitorar o estado da floresta ao longo do tempo e identificar tendências e mudanças significativas.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O sensoriamento remoto é uma técnica que utiliza diferentes tecnologias para coletar informações sobre a superfície terrestre, incluindo florestas. Com o uso de tecnologias para inventário florestal precisas, é possível levantar informações sobre as características de florestas em áreas extensas de forma rápida e eficiente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O uso de tecnologias precisas no sensoriamento remoto pode ser uma maneira eficiente e precisa de obter informações sobre as características de florestas em áreas extensas. As tecnologias podem incluir imagens de satélite, dados LiDAR, radar de abertura sintética, fotogrametria aérea e sistemas de informações geográficas. O uso dessas tecnologias pode ajudar a identificar áreas de interesse para o inventário florestal e orientar a coleta de dados em campo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Aqui estão algumas tecnologias que podem ser utilizadas para isso:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Imagens de satélite</b><span style="font-weight: 400;">: As imagens de satélite são amplamente utilizadas no sensoriamento remoto para coletar informações sobre a cobertura da terra, incluindo florestas. As imagens de satélite podem ser utilizadas para obter informações sobre a área de cobertura florestal, a densidade de árvores, o tipo de vegetação, entre outras informações. Além disso, as imagens de satélite podem ser utilizadas para monitorar o desmatamento, o crescimento da vegetação e outras mudanças na floresta ao longo do tempo.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Dados LiDAR</b><span style="font-weight: 400;">: O LiDAR é uma tecnologia que utiliza pulsos de laser para medir a altura e a densidade da vegetação. Os dados LiDAR podem ser usados para criar modelos tridimensionais da floresta, identificar o tamanho e a forma das árvores, determinar a altura do dossel e calcular o volume da madeira. O LiDAR também pode ser utilizado para detectar a topografia da área, o que pode ser útil para avaliar a acessibilidade da floresta e a probabilidade de ocorrência de deslizamentos de terra.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Radar de abertura sintética (SAR</b><span style="font-weight: 400;">): O SAR é uma tecnologia de sensoriamento remoto que utiliza ondas de rádio para mapear a superfície da terra. O SAR pode ser utilizado para obter informações sobre a altura e a densidade da vegetação, bem como para detectar mudanças na superfície terrestre, como deslizamentos de terra ou desmatamento.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Fotogrametria aérea</b><span style="font-weight: 400;">: A fotogrametria aérea é uma técnica que utiliza fotografias aéreas para criar modelos tridimensionais da superfície terrestre. Esses modelos podem ser utilizados para obter informações sobre a topografia da área, bem como para calcular a altura das árvores e a densidade da vegetação.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Sistema de Informações Geográficas (SIG)</b><span style="font-weight: 400;">: O SIG é uma tecnologia que permite integrar e analisar dados georreferenciados. Os dados coletados através do sensoriamento remoto podem ser integrados em um SIG para criar mapas temáticos da área de estudo e identificar áreas de interesse, como áreas de maior densidade de árvores ou áreas suscetíveis à erosão.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Utilizado pela <a href="http://quiron.digital">Quiron Digital</a>, o sensoriamento remoto é uma ferramenta fundamental para o inventário florestal, pois permite a coleta de informações precisas e eficientes sobre as características da floresta em grandes áreas. Essas informações são importantes para a gestão da floresta e a tomada de decisões sustentáveis por parte de empresas e gestores, sem necessidade de idas a campo.</span></p>
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		<title>Monitoramento florestal: por que optar por sensoriamento remoto?</title>
		<link>https://quiron.digital/monitoramento-florestal/monitoramento-florestal-por-sensoriamento-remoto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Afonso Gobbi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Apr 2023 18:46:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Monitoramento florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Monitoramento Florestal]]></category>
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					<description><![CDATA[Empresas que precisam recorrentemente realizar o monitoramento florestal de suas áreas dispõem normalmente de recursos tecnológicos e  instrumentos de medição para avaliar aspectos fundamentais de suas extensões silvícolas.  Afinal, monitorar florestas é indispensável para a conservação e gestão otimizada dos ativos  Realizar esse acompanhamento permite aos gestores tomadas de decisão informadas e baseadas em evidências [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3989" aria-describedby="caption-attachment-3989" style="width: 393px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3989" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/04/Serra-Catarinense-300x251.png" alt="" width="393" height="329" srcset="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/04/Serra-Catarinense-300x251.png 300w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/04/Serra-Catarinense.png 735w" sizes="(max-width: 393px) 100vw, 393px" /><figcaption id="caption-attachment-3989" class="wp-caption-text">Monitoramento remoto &#8211; Diferenças na ocupação do solo</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Empresas que precisam recorrentemente realizar o monitoramento florestal de suas áreas dispõem normalmente de recursos tecnológicos e  instrumentos de medição para avaliar aspectos fundamentais de suas extensões silvícolas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Afinal, monitorar florestas é indispensável para a conservação e gestão otimizada dos ativos  Realizar esse acompanhamento permite aos gestores tomadas de decisão informadas e baseadas em evidências para proteger e restaurar as florestas, bem como promover o uso sustentável dos recursos florestais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o monitoramento florestal, é possível avaliar fatores ambientais que afetam a saúde da floresta, como por exemplo:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">a cobertura florestal;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">o tipo de vegetação;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">a densidade da floresta;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">a biodiversidade;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">as mudanças climáticas;</span><span style="font-weight: 400;"> </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">a qualidade do solo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">a qualidade da água.</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem ainda outros possíveis impactos que podem ser detectados, em geral causados por atividades humanas, como desmatamento, exploração madeireira, mineração, agricultura e urbanização.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste artigo, você vai ler mais sobre as vantagens de monitorar áreas com sensoriamento remoto, e como essa tecnologia pode ajudar a vencer desafios de continuidade e exatidão em grandes extensões de terras.</span></p>
<h2><b>A importância do monitoramento florestal</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Na gestão das florestas privadas, o monitoramento florestal é fundamental por  diferentes razões, como por exemplo permitir aos proprietários e gestores tomar decisões mais informadas e precisas, baseada em dados, sobre a gestão e conservação desses ecossistemas, bem como cumprir com as normas ambientais e regulamentações governamentais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, alguns exemplos de benefícios do monitoramento florestal na gestão de florestas privadas incluem ainda o monitoramento da vegetação. Confira cada um dos ganhos que essa prática proporciona nos tópicos abaixo.</span></p>
<h3><b>Melhoria na produtividade</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Monitorar florestas viabiliza a identificação de áreas de baixa produtividade. Assim, gestores podem tomar medidas para melhorar o crescimento das árvores, a qualidade da madeira e o aproveitamento das florestas, aumentando o retorno financeiro.</span></p>
<h3><b>Redução de riscos</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O monitoramento florestal pode ajudar a identificar riscos à saúde das florestas, como pragas, doenças, <a href="https://quiron.digital/incendios/riscos-de-incendio-se-alinham-as-variaveis-meteorologicas-e-outros-fatores/">riscos de incêndios florestais</a> e outras ameaças, permitindo aos gestores implementar medidas preventivas para minimizar esses riscos.</span></p>
<h3><b>Cumprimento das normas ambientais</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Inspecionar plantios é importante para garantir que as florestas privadas estejam em conformidade com as normas ambientais e regulamentações governamentais, ajudando a evitar multas e penalidades por violações.</span></p>
<h3><b>Identificação de oportunidades de investimento</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Fazer análises periódicas ajuda os proprietários e gestores de florestas a identificar <a href="https://quiron.digital/mercado-florestal/idealizado-as-empresas-que-estao-expandindo-areas-discover-traz-dados-de-analise-global-da-floresta/">oportunidades de investimento</a> em áreas que apresentam potencial para a produção de produtos madeireiros ou não madeireiros, bem como na geração de serviços ecossistêmicos, como a conservação da biodiversidade, a proteção de recursos hídricos e a mitigação das mudanças climáticas.</span></p>
<h3><b>Fortalecimento da relação com a comunidade</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O monitoramento florestal pode ajudar a fortalecer a relação entre os proprietários de florestas e a comunidade local, proporcionando mais transparência e comunicação sobre as atividades de gestão e conservação das florestas privadas.</span></p>
<figure id="attachment_3990" aria-describedby="caption-attachment-3990" style="width: 377px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3990" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/04/Diferenciacao-268x300.png" alt="" width="377" height="422" srcset="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/04/Diferenciacao-268x300.png 268w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/04/Diferenciacao.png 633w" sizes="(max-width: 377px) 100vw, 377px" /><figcaption id="caption-attachment-3990" class="wp-caption-text">Monitoramento Florestal &#8211; Tipos de árvores</figcaption></figure>
<h2><b>Os desafios do monitoramento florestal</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Alguns dos grandes desafios das tecnologias de monitoramento florestal passam pela cobertura de grandes áreas (o que exige a utilização de tecnologias de sensoriamento remoto e sistemas de informação geográfica) e o acesso remoto &#8211; ou mesmo a caracterização de diferentes tipos de florestas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os custos de visitas a campo e o planejamento de uma boa logística para esse tipo de atividade nem sempre favorecem ações eficazes de controle de fatores como pragas e doenças, além de outros problemas que podem afetar o crescimento saudável das espécies. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De toda forma, algumas tecnologias de hoje em dia permitem equacionar isso de forma rápida e mais eficiente. É o caso do sensoriamento remoto, sobre o qual vamos falar em mais detalhes no próximo tópico.</span></p>
<h2><b>Por que o sensoriamento remoto é a melhor opção para monitorar florestas?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O sensoriamento remoto proporciona informações precisas e atualizadas sobre as condições e mudanças nas florestas em grande escala, de maneira mais eficiente e econômica do que as técnicas de monitoramento em campo in loco. É uma das melhores opções para monitorar florestas por várias razões. As cinco principais são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Cobertura de grandes áreas: </b><span style="font-weight: 400;">O sensoriamento remoto permite o monitoramento de grandes áreas de florestas em uma única imagem, o que é praticamente impossível com técnicas de monitoramento em campo. Isso torna o processo de monitoramento mais eficiente e econômico.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Coleta de dados em tempo quase real: </b><span style="font-weight: 400;"> Esse recurso coleta dados em tempo real, permitindo que os gestores obtenham informações atualizadas sobre a saúde das florestas e as mudanças ocorridas, o que é essencial para tomada de decisões.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Detecção de mudanças:</b><span style="font-weight: 400;"> Essa tecnologia é capaz de detectar mudanças na cobertura florestal, como desmatamento, degradação, regeneração, entre outras, em curtos períodos de tempo, permitindo que os gestores monitorem a saúde das florestas ao longo do tempo.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Menor custo: </b><span style="font-weight: 400;">O sensoriamento remoto pode ser uma alternativa mais econômica em comparação com o monitoramento em campo, pois evita despesas com viagens, transporte, equipamentos e equipes de trabalho.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Maior segurança:</b><span style="font-weight: 400;"> A observação remota é uma opção mais segura para monitorar florestas em áreas distantes e de difícil acesso, onde as condições climáticas ou a presença de animais perigosos podem representar riscos para os trabalhadores do campo.</span></li>
</ul>
<figure id="attachment_3988" aria-describedby="caption-attachment-3988" style="width: 358px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3988" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/04/belmonte-286x300.png" alt="" width="358" height="376" srcset="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/04/belmonte-286x300.png 286w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/04/belmonte.png 331w" sizes="(max-width: 358px) 100vw, 358px" /><figcaption id="caption-attachment-3988" class="wp-caption-text">Monitoramento Florestal &#8211; Risco de Incêndio</figcaption></figure>
<h2><b>Como o sensoriamento remoto é utilizado na prática?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Tecnologias de sensoriamento remoto, como imagens de satélites de observação da Terra, utilizadas pela <a href="http://quiron.digital">Quiron Digital</a>, podem capturar imagens e dados em diversas frequências do espectro eletromagnético, incluindo luz visível, infravermelho, radar e laser. Esses dados podem ser processados e analisados para fornecer informações sobre a cobertura florestal, a saúde das árvores, a densidade da floresta, a diversidade de espécies, a qualidade do solo e outros fatores ambientais relevantes para a gestão florestal e, consequentemente, monitoramento da vegetação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra técnica de monitoramento florestal, utilizando o sensoriamento remoto, permite verificar mudanças na cobertura florestal ao longo do tempo, como desmatamento, degradação e regeneração, permitindo que os gestores avaliem o impacto das atividades humanas na floresta e tomem medidas para mitigar esses impactos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos produtos Quiron, o Mapper, monitora a mudança do uso do solo, ou mesmo a estimativa de colheita futura. Detectando aspectos como furto e desmatamento, a tecnologia é uma grande aliada ao proteger o ativo florestal e impactar no mercado ambiental. O Flareless, de monitoramento preditivo de risco de incêndio, também. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você pode saber mais sobre as <a href="https://quiron.digital/#solucoes">tecnologias florestais da Quiron</a> na área de soluções do nosso site ou <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=55%2048%209931-2370&amp;text=Ol%C3%A1,+gostaria+de+mais+informa%C3%A7%C3%B5es+sobre+as+tecnologias+da+Quiron%E2%80%A6">entrando em contato</a> com especialistas da equipe!</span></p>
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		<title>Incêndios florestais no Chile: predição pode antever catástrofes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Afonso Gobbi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2023 20:58:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Incêndios Florestais]]></category>
		<category><![CDATA[Monitoramento florestal]]></category>
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					<description><![CDATA[Os incêndios florestais são uma das piores catástrofes naturais que assolam o Chile nos últimos anos. Apenas nas últimas semanas, segundo dados da CORMA (Corporação chilena da madeira) &#8211; entidade nacional que reúne mais de 160 representantes do setor florestal, 90% do setor florestal e 55% de todos os hectares de árvores plantadas no país [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Os <strong>incêndios florestais são uma das piores catástrofes naturais</strong> que assolam o Chile nos últimos anos. Apenas nas últimas semanas, segundo dados da </span><a href="https://www.corma.cl/"><span style="font-weight: 400;">CORMA</span></a><span style="font-weight: 400;"> (Corporação chilena da madeira) &#8211; entidade nacional que reúne mais de 160 representantes do setor florestal, 90% do setor florestal e 55% de todos os hectares de árvores plantadas no país -, somente as empresas da cadeia florestal mobilizaram </span><a href="https://www.corma.cl/corma-empresas-forestales-despliegan-60-aeronaves-y-3-300-brigadistas-para-combate-de-incendios/"><span style="font-weight: 400;">60 aeronaves e 3.300 brigadistas para combater incêndios</span></a><span style="font-weight: 400;">, fora o número expressivo de socorristas encaminhados pelo governo nacional do país andino para ajudar no combate. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde domingo (05/02), pelo menos 26 pessoas morreram em consequência do fogo e outras 970 ficaram feridas. No total, mais de 400 mil hectares queimaram em regiões do centro- sul chileno. <strong>2023 já se tornou o segundo pior ano em termos de área queimada no Chile</strong>, na história. Contudo, apesar de destrutivos e difíceis de combater, os incêndios florestais ocorrem em regiões capazes de serem monitoradas previamente.</span></p>
<figure id="attachment_3136" aria-describedby="caption-attachment-3136" style="width: 742px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3136" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/02/image1.png" alt="" width="742" height="499" srcset="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/02/image1.png 764w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/02/image1-300x202.png 300w" sizes="(max-width: 742px) 100vw, 742px" /><figcaption id="caption-attachment-3136" class="wp-caption-text">Crescimento de focos de fogo em 24 horas, no dia 04 de fevereiro de 2023, na província de Santa Juana, no Chile (NASA FIRMS). Fonte: https://wildfiretoday.com/2023/02/04/chile-wildfires-intensify-disaster-impacts-expand/</figcaption></figure>
<h2><b>Previsão de riscos é uma opção efetiva para ações preventivas</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para <a href="https://www.linkedin.com/in/diogoribeiromachado/">Diogo Machado</a>, um dos sócios da </span><a href="https://quiron.digital/"><span style="font-weight: 400;">Quiron</span></a><span style="font-weight: 400;">, o trabalho de predição das áreas críticas aos maiores riscos de ocorrência severa de fogo podem ser realizados antes e até mesmo durante o aparecimento de incêndios em campo. Por isso, adotar vias de como prevenir incêndios florestais é uma <strong>solução para evitar gastos e perdas</strong>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Quiron é uma provedora de dados sobre florestas. A equipe desenvolve tecnologias focadas em obter análises e informações conclusivas acerca de áreas florestais de qualquer lugar do mundo. Assim, é possível, por exemplo, <strong>descobrir a probabilidade de focos de incêndio até 10 dias antes de que eles venham a surgir</strong>. Os levantamentos também consideram outros dados sobre as condições e produtividade de espécies plantadas.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Diversas empresas e segmentos estão gastando bastante dinheiro com a reação. De toda forma, nosso trabalho, principalmente numa época de temporada de incêndio, é<strong> identificar os locais com maior probabilidade de ignição e risco de queima</strong>. Então, estratégias preventivas, mesmo durante a temporada de fogo, poderiam ser melhor planejadas e atualizadas. </span><span style="font-weight: 400;">Quando há um, dois ou mais incêndios florestais simultâneos, ocorrendo num mesmo momento, e na mesma floresta, também é possível identificar qual é o risco de fogo dessa localidade, podendo ser assim priorizado o combate de incêndio em locais específicos mais perigosos, tendo como base a predição de risco previamente realizada”, esclarece Diogo. </span></p></blockquote>
<h2><b>Como funciona a predição de incêndios florestais</b></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3135 alignleft" src="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/02/image2.png" alt="" width="635" height="323" srcset="https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/02/image2.png 739w, https://quiron.digital/wp-content/uploads/2023/02/image2-300x153.png 300w" sizes="(max-width: 635px) 100vw, 635px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os riscos de incêndios florestais, assim, apresentam-se em <strong>plataformas com informações diárias sobre as ameaças iminentes de fogo</strong>, e se </span><a href="https://quiron.digital/flareless-2/riscos-de-incendio-se-alinham-as-variaveis-meteorologicas-e-outros-fatores/"><span style="font-weight: 400;">alinham às variáveis meteorológicas e outros fatores</span></a><span style="font-weight: 400;">, oferecendo uma escala de gravidade coerente com as ponderações de chance de incêndios utilizadas internacionalmente, mas com uma precisão muito maior.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale ressaltar que as informações gráficas disponibilizadas, os pontos críticos e mapas pormenorizados, <strong>também levam em conta a presença humana</strong>. Esse é um fator chave para uma propagação mais substancial do fogo, além das causas naturais dos incêndios florestais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Quando monitoramos, podemos gerar um alerta de situação crítica. Com base nisso, é possível tomar ações preventivas na área indicada. Entre elas, estão a <strong>redução de material combustível e principalmente a educação e alerta da população, </strong>para evitar atividades de risco potencial para ocorrência de incêndios. Em empresas florestais, inclusive, algumas atividades são proibidas em situações de risco elevado”, lembra </span><a href="https://www.linkedin.com/in/adam-marques-734558b6/"><span style="font-weight: 400;">Adam Marques</span></a><span style="font-weight: 400;">, líder de Pesquisa e Desenvolvimento da Quiron Digital.   </span></p>
<p>&nbsp;</p>
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